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O deputado federal Glauber Braga, que que se encontra suspenso de suas atividades na Câmara dos Deputados por um julgamento de cartas marcados contra ele, pode estar fora da Câmara de vez no ano que vem. Com isso, Glauber vai fazer a alegria do antigo e do atual presidente da Câmara, respectivamente Arthur Lira e Hugo Motta.
Em seu perfil no Instagram, o deputado Glauber falou sobre as eleições a Governador do Estado do Rio este ano e na falta de uma candidatura de esquerda, em oposição ao prefeito Eduardo Paes, que tem apoio do PT do Rio e lidera com folga todas as pesquisas.
Glauber e seu Partido, o PSOL, pensam em lançar uma candidatura de oposição à esquerda a Paes e o nome do deputado está sendo considerado.
Glauber diz que está pensando no assunto e pergunta a opinião de seus eleitores e seguidores no Instagram se deveria se candidatar ao Governo do Estado do Rio.
Se escolher a candidatura, Glauber fica de vez de fora da Câmara na próxima legislatura. Ganhando ou perdendo ele fica sem mandato de deputado, pra alegria de Lira, Motta e da direita na Câmara.
Foi uma denúncia de Glauber Braga contra Arthur Lira de que havia favorecimento e corrupção na distribuição de emendas parlamentares que acabou desencadeando o processo que está sob relatoria do ministro Flávio Dino no STF.
Daí a perseguição do ex-presidente da Câmara contra ele, a ponto de exigir sua cabeça. Lira queria cassar o mandato de Glauber e torná-lo inelegível. Mas conseguiu apenas sua suspensão temporária por seis meses.
Caso Glauber se candidate a governador do Rio, a Câmara fica sem ele na próxima Legislatura. E Lira consegue o que queria por outra via.
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As Forças Armadas dos Estados Unidos e Israel, comandadas por genocidas e tiranos, atacaram o Irã de surpresa, enquanto fingiam negociar uma paz na região.
Foi um golpe pelas costas de quem não respeita regras e leis internacionais, bem ao estilo de Trump e Netanyahu, que zombam das normas que regem a vida dos demais mortais.
Numa sinergia do Mal, ambos juntam a falta de escrúpulos ao sadismo de fazer sofrer os outros.
Como que para juntar infâmia à covardia do ataque surpresa, uma escola de ensino fundamental, onde só estudavam meninas, foi destruída por um míssil, desses que têm precisão capaz de acertar um único homem.
Logo, não foi um erro. É a assinatura de que a destruição da escola de meninas foi feita pela mais cruel das Forças Armadas, a de Israel, que além de matar, estupra, rouba, se apodera de órgãos para transplantes.
O objetivo é causar horror, mostrando que quem é capaz de eliminar mais de uma centena de meninas estudantes cruelmente é capaz de tudo. E as Forças Armadas de Israel são capazes de tudo.
Somente em Gaza, até o momento, e contando apenas os que puderam ser contabilizados, 75 mil palestinos foram assassinados por Israel, numa guerra de extermínio, definida como genocídio pelo Tribunal Penal Internacional, que também condenou Netanyahu como genocida, com mandados de prisão em todos os países signatários, entre os quais o Brasil.
Os números de palestinos assassinados são de um trabalho de campo conduzido pelo Centro Palestino de Pesquisa Política e Pesquisas, dirigido pelo pesquisador palestino Khalil Shikaki.
O estudo, comandado por Michael Spagat, professor da Royal Holloway, Universidade de Londres, revisado por pares, publicado na quarta-feira, dia 18, na Lancet, concluiu que mulheres, crianças e idosos representaram 56,2% das mortes violentas em Gaza, o que dá aproximadamente 42 mil — crianças na maioria.
O ataque ao Irã não foi precedido de informação à ONU, como obrigatório pelas leis internacionais. Nem Trump pediu autorização ao Congresso para fazê-lo, como obrigam as leis dos Estados Unidos.
Dois criminosos, de forma ilegal, espalhando sangue e horror pelo mundo, aplaudidos por racistas como eles e tratados com luvas de pelica pela mídia comercial acoelhada.
Ambos querem se cacifar com a guerra para melhorarem suas situações nas pesquisas em seus países visando eleições que podem apeá-los do poder ainda este ano.
Por enquanto, além das explosões de mísseis, a imagem que fica é a deste iraniano em seu desespero com a mão de uma menina morta, pedindo para que olhemos para aquela mão, "a mão de uma menina de seis ou sete anos" morta por Israel.
Até quando vamos permitir e eleger genocidas e tiranos cruéis, quando o mundo quer paz? Ou não é isso o que queremos?
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Foi preso na manhã desta quinta-feira, dia 26, em Cabo Frio, na região dos lagos no Rio de Janeiro, Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, considerado pelo superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro Fábio Galvão, o "mais sanguinário dos capos do jogo do bicho no estado".
Adilsinho foi preso enquanto se exercitava em volta da piscina de uma mansão, quando foi surpreendido pela Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, e não ofereceu resistência. Foi preso também com ele o PM Diego D'arribada Rebello de Lima, que fazia sua segurança pessoal.
Com a venda de cigarros de marca própria, comando de máquinas de vídeo distribuídas em pontos por todo o estado, Adilsinho conseguiu com dinheiro e bala se infiltrar entre os comandantes do jogo do bicho no Rio de Janeiro, controlado pelas mesmas famílias há décadas.
Adilsinho hoje comanda pontos do jogo do bicho na Zona Sul do Rio de Janeiro, pertencentes anteriormente à família Maninho, filho do capo Miro, do Salgueiro. Como Maninho, Adilsinho virou no ano passado patrono da Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro.
Adilsinho também é conhecido por sua maneira extravagante: fez uma festa no Copacabana Palace durante a pandemia, que reuniu centenas de pessoas numa grande boca livre. O tema era "O Poderoso Chefão". Como personagem principal, o próprio.
Ele tem cinco mandatos de prisão em aberto e é investigado em 20 outros crimes envolvendo assassinatos, tentativas de assassinato e sequestros.
Apenas com seu esquema com cigarros estima-se que Adilsinho tenha faturado R$ 5 bilhões nos últimos 10 anos. Atualmente ele movimentaria cerca de R$ 50 milhões por mês com essa prática.
O secretário de estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro Felipe Cury afirma que Adilsinho é responsável por dezenas de homicídios de rivais, de desafetos, de contraventores, de integrantes da máfia do cigarro e também de alguns policiais.
Adilsinho foi levado ontem mesmo para a se da polícia na capital do Rio de Janeiro onde aguarda sua transferência para um presídio de segurança máxima.
Contraventor Adilsinho foi preso, na manhã desta quinta-feira (26), em operação conjunta da PF e da Polícia Civil, em um casa em Cabo Frio, na Região dos Lagos.
— Jornal O Dia (@jornalodia) February 26, 2026
Crédito: divulgação pic.twitter.com/wCLi07La0w
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