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Programa Gás do Povo, do governo Lula, chega a todas as capitais nesta segunda, 26

O Programa Gás do Povo, que oferece recarga de gás gratuita,  passa a atender todas as capitais brasileiras a partir desta segunda-feira (26).

Serão 950 mil novas famílias beneficiadas de 17 capitais que passam a receber o vale para recarga gratuita do botijão de gás de cozinha (GLP) de 13 quilos (kg).

O vale pode ser utilizado em mais de 10 mil revendedoras credenciadas em todo o país.

Gás do Povo para 15 milhões de famílias


Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Assistência Social , Família e Combate à Fome (MDS), o Gás do Povo vai estar em pleno funcionamento em março, quando 15 milhões de famílias serão beneficiadas. 

O objetivo do programa é combater a pobreza energética, definida como a dificuldade de uma família em ter acesso a serviços de energia essenciais e modernos, como iluminação, aquecimento, refrigeração e energia para cozinhar.

De acordo com o governo, o programa traz vantagens não apenas para as famílias de baixa renda, mas para a saúde pública, porque o acesso ao botijão reduz o uso de lenha, carvão e querosene para o cozimento, que são alternativas perigosas e poluentes. Além disso, o uso do gás diminui riscos de doenças respiratórias e queimaduras e garante acesso a fontes de energia limpas e seguras.

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, ressalta que o programa ajuda diretamente no orçamento das famílias.

“O benefício alivia o orçamento familiar dos mais pobres, que podem destinar o dinheiro que gastariam no botijão para comprar alimentos ou suprir outra necessidade básica”, afirma.


O Auxílio Gás, benefício atual que permite a compra de um botijão de 13 kg a cada dois meses por cerca de 4,4 milhões de famílias de baixa renda, será substituído pelo Gás do Povo.

Quem tem direito ao Gás do Povo


Para receber o benefício, a família precisa:

  • Ser beneficiária do Bolsa Família;
  • Ter ao menos duas pessoas no núcleo familiar;
  • Ter renda per capita de até meio salário-mínimo;
  • Estar com o Cadastro Único atualizado nos últimos 24 meses;
  • Ter o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do Responsável Familiar regular, sem pendências.

 Como usar o vale do gás


O benefício pode ser acessado de diferentes formas:

  •     Aplicativo Meu Social – Gás do Povo;
  •     Cartão do Bolsa Família (com chip);
  •     Cartão de débito da Caixa;
  •     Informar o CPF do Responsável Familiar na maquininha da revenda e receber código por SMS.


 

Onde consultar o benefício


  •     Aplicativo Meu Social – Gás do Povo, disponível para os celulares dos sistemas Android e iOS;
  •     Página oficial do Gás do Povo no site do MDS;
  •     Portal Cidadão Caixa;
  •     Caixa Cidadão: 0800-726-0207.


 

Canais para tirar dúvidas


  •     Disque Social 121 (MDS);
  •     FalaBR, do Governo Federal <https://falabr.cgu.gov.br/web/home>;
  •     SAC Caixa: 0800-726-0101;


 

Próximos passos do programa


  •     Cobertura em todos os 5.571 municípios do país até março;
  •     Atendimento de 15 milhões de famílias nos próximos dois meses;
  •     Substituição definitiva do antigo Auxílio Gás, com foco na recarga direta do botijão.

O que muda nesta etapa


  •     Inclusão de 950 mil novas famílias no programa
  •     Expansão para 17 capitais que ainda não participavam
  •     Cobertura passa a alcançar todas as capitais do país
  •     Vale pode ser usado em mais de 10 mil revendas credenciadas


Capitais incluídas a partir de 26/01


  •     Aracaju (SE)
  •     Boa Vista (RR)
  •     Brasília (DF)
  •     Campo Grande (MS)
  •     Cuiabá (MT)
  •     Curitiba (PR)
  •     Florianópolis (SC)
  •     João Pessoa (PB)
  •     Macapá (AP)
  •     Maceió (AL)
  •     Manaus (AM)
  •     Palmas (TO)
  •     Porto Velho (RO)
  •     Rio Branco (AC)
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Nando Motta e o raio comunista sobre Brasília



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Um mundo sem Maria Bethânia? Não, eu não poderia viver num mundo assim


— É. Maria Bethânia.

— Ah. Ela é famosa? 

Assim começa a coluna da jornalista Cora Rónai, em O Globo. Ela conversava com o motorista do carro de aplicativo que iria levá-la a uma casa de espetáculos aqui no Rio. 

O motorista perguntou se ela iria assistir a um show e de quem e ela respondeu como acima.

E estranhou, como eu também, ao perceber que o motorista não conhecia Bethânia, a ponto de perguntar se Bethânia era famosa.

Mais ainda. No decorrer da conversa, ela percebeu que o jovem não apenas não conhecia Bethânia como nenhuma de suas canções. E Bethânia faz sucesso há mais de 60 anos.

Era como se o nome dela tivesse sido apagado de sua história, ou até, jamais tivesse sido inscrito nela. 

Imediatamente me veio à cabeça um filme, "Yesterday", não sei se vocês conhecem. É recente, de poucos anos atrás, e conta a história de um jovem músico, cantor e compositor, em busca do reconhecimento de seu trabalho, enquanto toca em bares e clubes, sem sucesso.

Um dia, sofre um acidente, fica internado um tempo e, quando se recupera, leva um susto semelhante ao meu e de Cora com o desconhecimento do motorista de aplicativo.

Narro: O músico estava entre amigos e cantou uma canção dos Beatles, de que não me recordo agora, e ao final todos o elogiaram e parabenizaram pela composição. Acharam que a música havia sido composta por ele.

Ele pensou logicamente que os amigos estivessem brincando com ele. Depois, espantado, percebeu que não.

Chegou em casa e foi ao computador para descobrir, surpreso, após digitar "Beatles" na caixa de pesquisa do buscador, que os Beatles e suas músicas não existiam. Era como se tivessem, como a Bethânia para o motorista, sido apagados do registro da rede mundial de computadores.

Não vou falar mais sobre o filme para não dar spoiler e atrapalhar o prazer de quem pretende assisti-lo, já que ele se encontra em algum canal de streaming.

Mas a solidão de um mundo em que ninguém conhecesse os Beatles para trocar ideias seria também a de um mundo  sem Bethânia, que faz parte da história de minha vida e da de grande parte de meus amigos.

O ser humano é gregário. Desde sempre gosta de se reunir em torno de fogueiras ou de mesas de bar para falar da vida, dos filmes e shows que assistiu.

Há até uma piada que reforça isso. A de um homem solitário numa ilha, um Robinson Crusoé sem Sexta-feira (vocês já ouviram falar na história de Robinson Crusoé, né?), até que um dia, friccionando uma garrafa, vê um gênio que surge à sua frente e lhe oferece três desejos, como é usual nos gênios de garrafa (vocês também já ouviram falar nisso, espero).

Ele pede alguma coisa, de que também não me recordo, talvez comida e bebida, como primeiro desejo. Uma mulher muito linda e famosa, como segundo. E no terceiro ele pede, por exemplo, Alfredo. O gênio se espanta, sem entender quem ou o que seria Alfredo. O homem revela que é seu melhor amigo e explica:

— De que adianta eu estar com a (nome da mulher famosa — não quero citar um, vai que você não conheça) se não puder contar para o Alfredo? — ele diz.
É uma piada bobinha, mas reflete a importância de ter um interlocutor, alguém com quem a gente possa compartilhar experiências de quem vive no mesmo planeta, no mesmo tempo.

Mas como seria viver no mesmo mundo de quem não conhece nem nunca ouviu falar de Bethânia, nunca a ouviu cantar nenhum de seus inúmeros sucessos, nunca a ouviu declamar os poemas que intercalava em seus shows, nunca a ouviu declamar Fernando Pessoa.

Não é a pessoa física de Bethânia, se me entendem. Também é, com sua alegria, com seu gosto de bater papo regado a cerveja. Mas é mais. É toda a obra, o entorno, as vivências, que me acompanham desde sempre.

Não, eu não poderia viver num mundo sem Maria Bethânia. E você?

 

 

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Caso Master. Quem acompanha pela mídia acha que Toffoli é o culpado pelo rombo bilionário

Quem acompanha o chamado "Caso Master", o maior roubo da história do mercado financeiro brasileiro, pela cobertura da mídia tradicional tem a certeza de que ele é algo que aconteceu num resort no Paraná de nome esdrúxulo, Tayayá, passa por una viagem de jatinho de torcedores palmeirenses derrotados ao Peru, tudo isso explodindo no colo do ministro do STF, que é também o relator do caso, Dias Toffoli.

Embora não haja um crime de que seja acusado diretamente, Toffoli está envolvido em uma série de suspeitas, sem nenhuma prova, mas muita convicção, como nos casos tristemente famosos da Lava Jato.  

Os "crimes" são:

  • ter viajado no mesmo voo que um dos advogados de um dos vários diretores do Master 
  • frequentar um resort no Paraná, que pertenceu a seus irmãos, teve grande parte vendido em 2021 e o restante em fevereiro do ano passado, muito antes da liquidação do Master.

Toffoli no Globo

Ontem, a jornalista de O Globo Thaís Oyama chegou a insinuar que o ministro Toffoli poderia ser agredido se saísse às ruas do Brasil.

Já no primeiro parágrafo de seus ataques ao ministro, ela ironiza a ida da Toffoli a um resort na Argentina e sugere dois motivos para não fazê-lo no Brasil:

  1. ele gosta muito de resorts e se interessa também por conhecer estabelecimentos do gênero mundo afora; 
  2. ele buscou um refúgio fora do país para se proteger da vista de seus conterrâneos, dado que seu nome aparece no noticiário dia sim e outro também, cada vez sob luz pior. 

Na mosca: o nome de Toffoli realmente "aparece no noticiário dia sim e outro também, cada vez sob luz pior", e  coluna de Oyama veio acrescentar mais uma série de ilações sem provas, com com muita convicção, ao apedrejamento diário do ministro.

O dono do banco Master, Daniel Vorcaro, seu cunhado Zettel, o pastor Valadão da Igreja Lagoinha, o governador de Brasília, Ibaneis Rocha, o senador Ciro Nogueira, que tentou emplacar uma emenda que  favorecia ao banco a ponto de ficar conhecida como "emenda Master", nenhum desses é citado na coluna de Oyama.

E também o crime, ou os crimes de que Toffoli é acusado, nada disso contém a matéria. Qual a ligação do ministro com o rombo bilionário, que já chega a R$ 50 bilhões, não é dito.

Mas há as suspeitas contra ele, semelhantes à visita de Lula e dona Marisa ao triplex do Guarujá, ou ao barquinho de lata e os cisnes do sítio de Atibaia.  Tudo aparentemente do Lula. Só que não.

A ligação do ministro é porque ele tem irmãos que foram donos do resort paranaense, que foi frequentado por Toffoli, mesmo após os irmãos terem vendido boa parte em 2021, e parece que mesmo depois de terem liquidado o resto em fevereiro de 2025.

Ah, mas a cota de 2021 foi vendida a um fundo, Arleen, que era ligado a outro fundo e outro, e tinha a Reag, um verdadeiro polvo, ligada ao Master. 

Como ligada ao Master, e essa sim diretamente, é a Will Bank, fintech pertencente ao Master, cujo garoto propaganda era Luciano Huck, e que investiu mais de R$ 150 milhões na Globo, mesmo quando o Master já estavam cheirando mal no mercado financeiro. 

Vão suspeitar de Huck e da Globo, Oyama?

Se lesse ao menos o G1, do grupo Globo onde trabalha, Oyama saberia que:

"O fundo Arleen não é investigado pela Carbono Oculto e também não é citado nas investigações sobre o Banco Master." [G1]

Os "crimes" de Toffoli

Mas o ministro "cometeu os crimes" de ser irmão de donos do resort, ter frequentado o resort e até ter sido fotografado recebendo o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, e o ex-senador Luis Pastore, que também era dono do jatinho que levou Toffoli e os palmeirenses à final das Libertadores. E daí? Qual o crime?

No seu ataque ao ministro, Oyama escreve adiante:

A possibilidade de frequentar espaços públicos sem constrangimentos sempre foi marcador da honra — conceito que Aristóteles trata como “bem externo”. Diferentemente da virtude — um “bem interno”, que alguém tem ou não tem —, a honra é um conceito atribuído, resultado da percepção social, fundamentada ou não, de que seu portador é dotado de excelência moral e intelectual.

Do mesmo modo, a desonra significa a perda dessa percepção. Para revertê-la, o atingido tem de erguer a voz para se defender com argumentos convincentes. Como nem Toffoli nem Moraes fizeram isso até agora, a desonra, como percepção pública, continuará a persegui-los à medida que avançarem as suspeitas sobre suas condutas. Mas, se Toffoli sempre terá um resort novo para se refugiar e Moraes pode continuar voando em jatos da FAB, o STF não tem onde se esconder.

Talvez se a mídia mirasse o olhar para os verdadeiros criminosos do Master e deixassem o ministro concluir seu trabalho, o STF talvez não sofresse com a lama lançada contra Toffoli, que respinga das matérias dos jornais e telejornais.

Caso Master, o que é preciso saber

Afinal, o brasileiro quer saber como Daniel Vorcaro, um empresário fracassado, mas de família rica de Minas, ligado à igreja evangélica de Lagoinhas do pastor Valadão, junto com seu cunhado pastor da mesma igreja Fabiano Zettel, conseguiram em poucos anos dar um banho de R$ 50 bilhões no mercado brasileiro. 

Aqui está a verdadeira lama, semelhante a outras duas, que também vieram de Minas, as dos rompimento das barragens de Mariana e Brumadinho, de onde nenhum alto dirigente da Vale foi para a cadeia, onde deveriam estar pelos crimes cometidos.

O Master pode ir pelo mesmo caminho, se depender da mídia camarada do mercado financeiro.

Toffoli condenado ao Master

O nome do ministro Toffoli foi ligado ao caso Master, primeiro por um acaso: como surgiu na investigação da 1ª instância o nome de um deputado, João Carlos Bacelar (PL-BA) , o caso teve que subir para o STF, onde Toffoli foi o ministro sorteado.

Como até o momento não surgiu nada contra o deputado, nem surgiu o nome de outro parlamentar (nem o do senador Ciro Nogueira), o caso pode votar para a 1ª instância,

Aí a mídia vai manchetar que Toffoli não resistiu à pressão e desistiu do caso.

Não há crimes no andar de cima, desde que aposentaram os mordomos, eternos culpados.




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"Atendimento médico é loteria com chance maior de você perder", diz médica e professora da USP

A doutora Ludhmila Hajjar é médica cardiologista, intensivista e professora de Medicina da USP de Emergências Médicas. Em entrevista à jornalista Natuza Nery, ela afirma aquilo que nós, pacientes, sentimos na pele diariamente nos atendimentos médicos em geral: a formação médica no Brasil está um horror.

Num trecho da entrevista, a doutora Ludmila, em resposta a uma reflexão da jornalista de que o atendimento médico hoje estaria uma loteria, vai além: "Eu diria que é uma loteria com a chance maior de você perder"

São médicos que não sabem o básico da prática profissional e são lançados ao mercado.

Confira:


Avaliação dos cursos de Medicina pelo MEC

Os últimos números da avaliação do MEC sobre a qualidade de ensino das faculdades de Medicina do país mostram aquilo que a denúncia da doutora Ludhnila diagnostica: um terço deles estão muito abaixo da média, com conceitos 1 e 2, em 5:

O Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Saúde (MS) divulgaram, nesta segunda-feira, 19 de janeiro, a análise dos resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2025. O Enamed é a modalidade do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) para os cursos de medicina e permite o aproveitamento de seus resultados nos processos seletivos de programas de residência médica. Os resultados apresentados referem-se aos 351 cursos de medicina que participaram do Enamed 2025. Desses, 304 pertencem ao Sistema Federal de Ensino, que inclui as instituições públicas federais e as instituições privadas.

De acordo com a análise, dos 304 cursos de medicina de instituições de educação superior públicas federais e privadas que participaram do Enamed, 204 (67,1%) alcançaram conceito 3 a 5 do Enade, considerados satisfatórios. Outros 99 cursos (32%) obtiveram conceito Enade nas faixas 1 e 2 — menos de 60% dos seus estudantes apresentaram desempenho considerado adequado no Enamed — e passarão por ações de supervisão da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) do MEC.[Gov]

CFM quer impedir que médicos mal avaliados atendam

A situação chegou a um ponto que até o bolsonarista Conselho Federal de Medicina, aquele que defendeu independência médica para receitar kit Covid e cloroquina com ivermectina, quer impedir que 13 mil alunos mal avaliados possam atender à população. 

É o que diz José Hiran Gallo, presidente do CFM. 

"Já encaminhamos para o jurídico uma proposta de resolução para que esses alunos prestes a se formarem e que tiveram o desempenho 1 e 2 não consigam o registro. Eu acho que é muito tenebroso colocar pessoas que não têm qualificação para atender."

O Conselho informou também pediu que o Ministério da Educação forneça os dados detalhados dos alunos para que possam ter acesso à lista de nomes e desempenho.

 

O CFM pode impedir o médico de ter o registro?

Pela lei vigente, não. Todo estudante de medicina ao concluir o curso tem o direito de receber o registro profissional automaticamente sem qualquer avaliação prévia.

Segundo a advogada especialista em direito médico, Samantha Takahashi, o CFM não poderia criar uma resolução com regra própria que se sobreponha a lei.

Ela explica que a regulamentação exige o diploma de conclusão de curso de Medicina expedido por Instituição de Ensino Superior, registrada no Ministério da Educação, e que não há brecha que permita que o Conselho inclua novas condições. [G1] 

É caso de alterar a lei, o que seria possível caso nosso Congresso não estivesse mais preocupado em livrar da cadeia o criminoso ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a mais de 27 anos de prisão por tentar um golpe de Estado em que estavam previstos os assassinatos do presidente eleito, seu vice e do presidente do TSE à época, respectivamente Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes.



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Aroeira e a IA de Trump e o pinguim postada pela Casa Branca



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