Aroeira e o emoji do prisioneiro mimizento



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Promotoria pede pena de morte para golpista da Coreia do Sul. Viu, Bolsonaro?

Nesta terça. 13, a Procuradoria da Coreia do Sul solicitou a pena de morte para o ex-presidente Yoon Suk Yeol, conhecido como o "Sergio Moro coreano". A acusação é de ter liderado uma insurreição ao declarar, de forma inconstitucional, a lei marcial em 3 de dezembro de 2024 com o intuito de promover um autogolpe, como o tentado por Jair Bolsonaro no Brasil. 

Além de Yeol, o ex-ministro da Defesa, Kim Yong Hyun, acusado por ter desempenhado papéis cruciais para o decreto, pode ser condenado à prisão perpétua.

Na sentença, os promotores argumentaram que Yoon, enquanto mandatário pelo Partido do Poder Popular, de extrema direita, foi responsável por tentar minar a ordem constitucional ao mobilizar as forças armadas e a polícia – impedindo, assim, a entrada dos parlamentares opositores na Assembleia Nacional. Nesse sentido, entenderam que essas ações representaram uma séria ameaça à democracia, merecendo, portanto, a punição mais severa disponibilizada pela lei nacional. [Opera Mundi]

Quem é Yoon Suk Yeol?

Em 3 de dezembro de 2024, o mundo foi surpreendido por um golpe de Estado liderado por Yoon Suk Yeol, presidente da Coreia do Sul, com apoio dos militares do país.

 Na Coreia do Sul, pena para golpista é de morte

O líder do Partido do Poder Popular, de extrema direita, anunciou a imposição de lei marcial e a dissolução da Assembleia Nacional, controlada pela oposição.

A presença de tanques nas ruas e ordens militares reforçam que se trata de um golpe militar em formato clássico. No entanto, a rejeição do Parlamento às ordens presidenciais ainda não garantiu o sucesso total da operação autoritária.

Por que "Sergio Moro coreano"

Yoon Suk Yeol era presidente da Coreia do Sul, tendo assumido o cargo em 10 de maio de 2022. Ele ganhou notoriedade com uma campanha marcada por um discurso anti-Coreia do Norte e posições de extrema direita.

Ex-promotor, Yoon ganhou destaque por suas investigações rigorosas em casos de corrupção enquanto atuava como procurador-geral, de 2019 a 2021. Durante esse período, processou figuras importantes do Partido Democrata, o que o projetou nacionalmente como um “lutador contra a corrupção”. Seus métodos, contudo, foram amplamente questionados.

Na imprensa brasileira, ele recebeu o apelido de “Sergio Moro coreano”. Já na mídia internacional, seu estilo político foi descrito como “K-Trumpismo” – uma alusão ao k-pop, gênero musical popular no país, e ao estilo de liderança de Donald Trump.

Em 2022, Yoon lançou uma campanha eleitoral com estilo semelhante ao de Trump e Bolsonaro, enfrentando e vencendo seu principal adversário político, o Partido Democrata, sob o lema de “acabar com o ministério da igualdade de gênero” .

Contudo, sua vitória não foi suficiente para assegurar o controle do Parlamento, onde permaneceu em minoria.

Diante de resultados desfavoráveis nas eleições de 2024, Yoon recorreu ao golpe como estratégia para reverter as condições políticas adversas. Deu ruim.

Enquanto isso, no Brasil... Bolsonaro chora

É a lei do país, dirão aqueles que Nelson Rodrigues chamava de idiotas da objetividade, sobre o pedido de condenação à morte do "Sergio Moro coreano". Mas o chavão, se aplicado ao Brasil, já teria parado há muito tempo com as lamúrias e perturbações de outro ex-presidente condenado, o mimizento Jair Bolsonaro.

Não passa um dia em que o povo brasileiro consiga paz. Cada novo dia é um novo mimimi da família Bolsonaro. O imbrochável, imorrível e incomível, como ele mesmo se dizia, agora é um velho, soluçante, que vomita sem parar, cai da cama e pede tomografia para galo na cabeça.

O homem que zombou de gente que morreu por falta de oxigênio — que ele não providenciou —, que não teve empatia alguma pelos mais de 700 mil mortos por Covid — aquela "gripezinha" que ele desdenhou —, agora pede "direitos humanos", aquilo que ele definiu como "esterco da vagabundagem" numa camiseta.

 



E o pior: ele reclama da pena e da sentença, sem avisar a seus seguidores que quem sancionou a Lei pela qual foi condenado foi ele mesmo,em setembro de 2021. Sim, Bolsonaro foi condenado pela Lei que ele mesmo sancionou. E agora reclama da pena...

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Bolsonaro sancionou Lei para atingir o MST, mas acabou preso por ela

Quando no dia 2 de setembro de 2021 o então Presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei 14.197, de 2021, ele tinha como alvo o MST, queria enquadrar os líderes do movimento e prendê-los como terroristas. 

Por ironia do destino, a Lei que ele sancionou foi a utilizada pelo Supremo Tribunal Federal para condená-lo a 27 anos e 3 meses de prisão. Agora ele chora e pede por dosimetria, achando que a Lei é severa demais. Mas, então, por que a assinou? 

Bolsonaro assina a Lei que o condenará

"O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou com vetos a Lei 14.197, de 2021, que revoga a Lei de Segurança Nacional (Lei 7.170, de 1983), criada durante a ditadura militar. Além de revogar a LSN, o texto aprovado pelo Congresso estabelece uma série de tipos penais em defesa do Estado Democrático de Direito. Bolsonaro, porém, vetou vários artigos, entre eles o que previa até cinco anos de reclusão para quem cometesse o crime de “comunicação enganosa em massa”.

Assim começa reportagem do Senado Federal sobre a assinatura da Lei. O veto ao artigo que punia a “comunicação enganosa em massa”, as famosas fake news, é a marca, a digital de Bolsonaro no coração da Lei.

Certamente o pensamento do de Jair Bolsonaro naquele dia estava bem distante do que veio a acontecer pouco depois: ser derrotado e perder o cargo para Lula, o homem que ele gostaria de vr "apodrecer na cadeia". 

Em 2021, Bolsonaro e os generais que o escoltavam já se consideravam reeleitos, como diz hoje o presidente dos Estados Unidos Donald Trump a respeito da posse da Groenlândia, "de um jeito ou de outro". 

O plano de um golpe de Estado sempre esteve no horizonte, mas passou a ser desenhado um ano depois dessa assinatura, em 2022, quando as pesquisas passaram a apontar a força da candidatura do ex-presidente Lula, que foi confirmada nas urnas em primeiro e segundo turno.

Bolsonaro protegeu fake news e militares

Além do artigo das fake news, que vetou, Bolsonaro também vetou o inciso que aumentava a pena para militares envolvidos em crimes contra o Estado Democrático de Direito. Pelo projeto, eles estariam sujeitos a perda do posto, da patente ou da graduação. Para o presidente, o dispositivo “viola o princípio da proporcionalidade”. “Coloca o militar em situação mais gravosa que a de outros agentes estatais, além de representar uma tentativa de impedir as manifestações de pensamento emanadas de grupos mais conservadores”, escreveu.

Bolsonaro, a aranha presa na própria teia

Dois dos crimes pelos quais Bolsonaro foi condenado estão previstos em Lei que ele mesmo sancionou quando presidente da República:

  • abolição violenta do Estado Democrático de Direito: acontece quando alguém tenta "com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais". A pena varia de 4 a 8 anos de prisão.
  • golpe de Estado: fica configurado quando uma pessoa tenta "depor, por meio de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído". A punição é aplicada por prisão, no período de 4 a 12 anos.

PL da Dosimetria, sob medida para Bolsonaro

O PL da Dosimetria, aprovado pelo Congresso no final de 2025, juntava os dois crimes, passando a valer apenas a pena maior, eliminando a outra.

O presidente Lula vetou o PL da Dosimetria na íntegra no dia 8 de janeiro de 2026, dia do terceiro aniversário da tentativa de golpe de Estado.

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Narcisismo maligno, a doença de Trump que pode levar ao fim da humanidade

Por que Trump ameaça a humanidade

Cientistas preveem que daqui a aproximadamente 1 bilhão de anos o brilho do Sol será tão intenso que fará evaporar todas as águas do planeta Terra: rios, mares, oceanos. Preveem também que em 8 bilhões de anos a expansão do Sol engolirá a Terra, a essa altura estéril e sem vida. 

Mas antes deste efeito deletério do Sol, que nenhum de nós acompanhará certamente, há gente que pode precipitar o fim da humanidade na Terra, gente que detém o poder de fogo das armas nucleares. Especialmente se for um governador que sofra de problema mental grave e evidente. 

É o caso do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, que psicólogos e psiquiatras dos Estados Unidos apontam a muitos anos como portador de uma doença incurável e perigosíssima: o narcisismo maligno

Antes da primeira eleição de Trump, ainda em 2016, esses psicólogos e psiquiatras compraram um um espaço no New York Times para publicarem um aviso ao povo dos Estados Unidos sobre a doença de Trump. Ainda assim ele foi eleito e agora reeleito, mesmo com os crimes do Capitólio, da tentativa de compra de votos na Geórgia. 

O que é o narcisismo maligno

O Narcisismo Maligno é uma forma extrema e patológica de narcisismo, caracterizada por uma combinação de traços narcisistas, comportamentos antissociais, tendências paranoides e sadismo. Este constructo foi inicialmente proposto por Erich Fromm e posteriormente desenvolvido por Otto Kernberg, que o descreveu como uma intersecção entre o Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN) e comportamentos antissociais graves, com uma propensão à agressividade ego sintônica direcionada a si mesmo ou aos outros (Kernberg, 1984). O Narcisismo Maligno é considerado uma variante particularmente perigosa e destrutiva do narcisismo, frequentemente associada a líderes autoritários e a indivíduos que causam danos significativos às pessoas ao seu redor.

Segundo Kernberg, “o líder caracterizado pelo Narcisismo Maligno experimenta e expressa uma grandiosidade desordenada, precisa ser admirado e temido ao mesmo tempo. Ele deseja a submissão dos outros e experimenta qualquer manifestação contrária aos seus desejos como um ataque intencional e grave contra si mesmo.”

O Narcisismo Maligno tem sido caracterizado, muitas vezes, por uma constelação de características que incluem grandiosidade, falta de empatia, exploração interpessoal, necessidade de admiração e um profundo desprezo pelos outros. Além disso, indivíduos com Narcisismo Maligno exibem comportamentos antissociais, como manipulação, mentira patológica e falta de remorso. Eles também podem apresentar tendências paranoides, desconfiança extrema e projeção de suas próprias agressões nos outros. O sadismo, ou o prazer em infligir dor emocional ou física aos outros, é outro componente central do Narcisismo Maligno (Kernberg, 1984; Wood, 2022).

Trump e os narcisistas malignos

Essas são algumas das características dos portadores do transtorno de narcisismo maligno:


  •     Demonstram um sentimento marcante de grandeza.
  •     Falta de empatia.
  •     Falta de remorso.
  •     Impulsividade.
  •     Desprezo pelos direitos dos outros.
  •     Tendência à mentira e ao comportamento destrutivo.


O psiquiatra Otto Kernberg, psicanalista americano de origem austríaca, também estudou o narcisismo maligno. Segundo ele, esse perfil é definido pelas seguintes características:

  1.  Pensamento paranoico. Tendem a pensar que há pessoas contra eles. Seu pensamento dicotômico divide o mundo entre aqueles que o apoiam e aqueles que não o apoiam. Por isso, desconfiam de todos aqueles que são diferentes, que os contrariam, que não se conformam com sua visão rigorosa da realidade.
  2.  Sadismo. Este perfil não hesita em fazer uso da crueldade, do desprezo, da crítica mordaz, da manipulação e da humilhação. No entanto, o mais impressionante sobre isso não é apenas seu comportamento, mas o fato de que frequentemente se divertem realizando esses atos. 

 Trump, o narcisista maligno com bombas atômicas nas mãos

Desde seu primeiro mandato, Trump tem seguido à risca todas as características de comportamento de um narcisista maligno. Mas agora, após conseguir se eleger mesmo com todos os crimes de que era acusado o principal deles de insuflar o Ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021 o delírio de grandeza e a sensação de poder aumentaram.

O sequestro de Maduro e o Imperador Trump

A espetacular operação de sequestro do presidente da República Bolivariana da Venezuela Nicolás Maduro e sua esposas Cilia Flores em 3 de janeiro despertaram terror no mundo e maravilhamento em Trump, que desde esse dia passou a se considerar e a se comportar como o Imperador do Mundo, disparando ordens e disparates com a mesma intensidade.

Ontem, ameaçou atacar o Irã e fez uma série de exigências àquele país, entre elas a de entregar todo o urânio enriquecido que o país possui.

O problema é que um ataque ao Irã pode ter consequências drásticas para a humanidade. O líder do país, Ali Khamenei, já declarou que responderá ao ataque de Trump com ataques a bases estadunidenses pelo mundo e a Israel.

Da última vez que o Irã atacou Israel o fez tão profundamente que Israel pediu paz, pois a sede do Mossad foi destruída, assim como grande parte do aeroporto de Tel Aviv e centrais de abastecimento de energia do país. 

Um ataque severo do Irã pode simplesmente destruir Israel e gerar um efeito cascata imprevisível, que pode levar ao fim da humanidade.

Tudo isso está na mesa enquanto o mundo não reage ou reage sem declarar um boicote total aos Estados Unidos e a seus produtos. Porque o narcisista maligno quer mais a cada concessão.


 

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Nando Motta e alguns mistérios do Agente Secreto



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Aroeira e a nova mamadeira de Trump



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Cybervaccari e Trump cuidando do "seu quintal"



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Aroeira e Trump diante do espelho



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Trump se declara acima da lei: " Não preciso do Direito Internacional"

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump, após a invasão ao território da Venezuela e captura do presidente eleito Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores se apresenta como novo imperador do Ocidente.

Trump afirmou que está vinculado apenas à sua “própria moralidade”, que não precisa seguir o direito internacional e que se guia unicamente pelo que descreveu como sua própria moralidade.

Em entrevista ao The New York Times na quarta-feira, o presidente dos EUA deixou claro que não se conterá no exercício de seus poderes como comandante-em-chefe.  

“Minha própria moralidade. Minha própria mente. É a única coisa que pode me deter. Não preciso de direito internacional”, afirmou ele.

Trump sobre o direito internacional

Ao ser questionado se realmente acreditava que não precisava seguir as normas globais, Trump pareceu suavizar um pouco sua posição. 

No entanto, logo em seguida acrescentou que tudo "depende da sua definição de direito internacional", sugerindo que a palavra final sobre sua aplicabilidade aos Estados Unidos caberia em última instância exclusivamente a ele.

Trump suspende convênio com centenas de ONGs

Na quinta-feira, Trump assinou um memorando suspendendo o apoio a um total de 66 organizações, agências e comissões internacionais, incluindo vários órgãos da ONU, que, segundo ele, "operam contrariamente aos interesses nacionais, à segurança, à prosperidade econômica ou à soberania dos EUA".

Trump mira a Groenlândia

Nos últimos dias, Trump e vários membros de sua administração também repetiram que os EUA tomariam posse do território autônomo da Groenlândia, pertencente à Dinamarca, de uma forma ou de outra.

Em declarações à CNN na segunda-feira, o chefe de gabinete adjunto de Trump para assuntos políticos, Stephen Miller, reiterou que a "posição formal" de Washington é que "os EUA devem ter a Groenlândia como parte do seu aparato de segurança global".

O fim da OTAN?

No mesmo dia, a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, afirmou acreditar que “o presidente dos EUA deve ser levado a sério quando diz que quer a Groenlândia”. 

Ela alertou que se os EUA atacassem militarmente outro país da OTAN, tudo pararia – inclusive a própria OTAN”.

União Europeia apoia Dinamarca contra Trump

No início desta semana, um grupo de vários líderes da União Europeia, juntamente com o Reino Unido, emitiu uma declaração conjunta  defendendo o estatuto da Groenlândia como parte do Reino da Dinamarca.

Documento da UE contra pretensões de Trump

 

Tradução:

 

A segurança no Ártico continua a ser uma prioridade fundamental para a Europa e é crucial para a segurança internacional e transatlântica.

A OTAN deixou claro que a região do Ártico é uma prioridade, e os Aliados europeus estão a reforçar a sua presença, atividades e investimentos para manter a segurança do Ártico e dissuadir adversários.

O Reino da Dinamarca – incluindo a Groenlândia – faz parte da OTAN.

A segurança no Ártico deve, portanto, ser alcançada de forma coletiva, em articulação com os aliados da OTAN, incluindo os Estados Unidos, respeitando os princípios da Carta das Nações Unidas, nomeadamente a soberania, a integridade territorial e a inviolabilidade das fronteiras. Estes são princípios universais e não deixaremos de os defender.

Os Estados Unidos são um parceiro essencial neste esforço, enquanto aliado da OTAN e através do acordo de defesa entre o Reino da Dinamarca e os Estados Unidos de 1951.

A Groenlândia pertence ao seu povo. Cabe à Dinamarca e à Groenlândia, e apenas a elas, decidir sobre questões relativas à Dinamarca e à Groenlândia.

 

 

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