'Tá preso': O real motivo que impediu candidatos do PL de disputarem eleições no Rio

Em apenas duas palavras o vereador petista de Niterói Sylvio Maurício define a patética situação do PL (partido Liberal), partido de Bolsonaro, no estado do Rio de Janeiro, e o motivo pelo qual os candidatos que seriam os titulares não puderam disputar as eleições: estão presos. 

O candidato à presidência da República seria Jair Bolsonaro, mas ele está preso, condenado a 27 anos e 3 meses, e por isso foi substituído pelo filho Flávio, que deve ter o mesmo destino, logo após ser derrotado à presidência da República e ficar sem mandato, o que vai jogá-lo para a primeira instância, liberando o julgamento sobre o caso das rachadinhas, por exemplo. 

O candidato ao governo do estado pelo PL seria o ex-presidente da ALERJ Rodrigo Bacelar, mas este também não pode concorrer pelo mesmo motivo: tá preso. 

Assim como também foi preso o candidato ao Senado do partido, Márcio Canella, que aproveita a liberdade provisória para tentar um mandato como deputado estadual e não ir imediatamente para a prisão. 

Outro candidato ao Senado deles ainda não foi preso, mas está quase lá: o ex-governador do rio Cláudio Castro, inelegível e que já recebeu duas visitas da polícia federal. Castro é responsável pelo envio de quase R$ 3 bilhões dos pensionistas do Rio para o banco Master. 

Já dá pra montar um time de salão na penitenciária.

Sylvio Maurício:

"O [candidato a] presidente não ia ser o Flávio, ia ser o Jair Bolsonaro, não pode porque tá preso. O candidato ao governo do Estado não ia ser o Douglas Ruas, ia ser o Bacellar, não pode, sabe por quê? Tá preso. O candidato ao Senado não ia ser o Portinho, ia ser o Canella, não pode, sabe por quê? Foi preso.

O Jordy também não ia ser candidato, quem ia, ia ser o Cláudio Castro, não pode, sabe por quê? Tá inelegível e tá sofrendo busca e apreensão da PF e em breve também vai estar o quê? Preso. Então toda a chapa do governo do Estado do Rio de Janeiro, do PL original, não pode porque tá preso em esquema de corrupção. Aí foram colocando as reservas, não que os reservas sejam melhores.

E aí depois ainda tem que ouvir que vai ter gente que vai votar na família Bolsonaro pra combater a corrupção. Só pode ser brincadeira."



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VÍDEO: Fabio Porchat critica corrupção atual e a tradicional da família Bolsonaro

Depois de haver explodido a internet com um vídeo inteligente super divertido explicando o caso Master, que foi o mais visto no YouTube, ou humorista Fábio Porchat volta com um novo vídeo, também crítico e bem humorado, falando sobre a corrupção ao longo da história no Brasil. 

Porchat usa de muita ironia, "criticando" que a corrupção de hoje não seja como a de antigamente, quando era preciso que assessores carregassem malas de dinheiro. 

Cita nomes de corruptos famosos como os ex-governadores de São Paulo Orestes Quércia e Paulo Maluf e o chefão da Bahia Antonio Carlos Magalhães

Como não poderia deixar de ser com o assunto corrupção, Fábio Porchat "homenageia" a família Bolsonaro.

 



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Aroeira e a revolta da Padroeira



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Apoiadores de Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira agridem jornalista Juliana Dal Piva

A jornalista Juliana Dal Piva denunciou em seu perfil no Instagram agressões que vem sofrendo nas redes, especialmente desde que lançou o podcast "O herdeiro de Jair", em que denuncia a vida de crimes do candidato da extrema direita Flávio Bolsonaro. 

Segundo a jornalista, as agressões se intensificaram quando ela divulgou um áudio do deputado Nikolas Ferreira num tratamento subserviente e vexaminoso com o dono do Banco Master Daniel Vorcaro, com que Nikolas sempre afirmou não ter relacionamento algum.

Misoginia e violência contra as mulheres são características  da extrema direita mundial e uma marca do bolsonarismo, cujo ídolo maior disse que o nascimento de sua única filha mulher foi "uma fraquejada". 

Mesmo Jair que ofendeu a repórter Patrícia Campos Mello, que denunciou o disparo de centenas de milhões de mensagens de WhatsApp com fake news pela campanha presidencial de Bolsonaro em 2018, dizendo que ela queria "dar o furo" para ele.

Machismo e canalhice que se voltam agora contra Juliana, inclusive com incentivo ao suicídio e agressões de cunho sexual, como ela relata:


"Quando começamos a planejar a cobertura da eleição de 2026, eu logo senti que precisaria me preparar psicologicamente para reviver muito trauma. Não costumo falar disso porque me recuso a ser colocada nesse lugar de vítima. Meu lugar é de repórter, mas infelizmente, sim, já fui vítima de muita violência por simplesmente exercer meu trabalho e isso me deixou traumas. Então, ao decidir fazer o perfil do Flávio Bolsonaro em podcast, eu entendi que isso poderia se repetir e comecei a me preparar. Já na matéria da foto do Flávio com o Sicário todos os ataques meio que recomeçaram ainda que numa proporção que parecia usual. Aos poucos, porém, tudo foi crescendo. Obviamente explodiu depois da matéria do áudio do Nikolas e segue crescendo. Essa última semana foi bem difícil. Já tinha lidado com agressões de incentivo ao suicídio, mas foi talvez a primeira vez que, pra mim, chegou a questão da agressão sexual. É tudo nojento demais. Absurdo demais. Surreal mesmo. Eu estou bem. Cuidada pela minha equipe, amigos e família, mas não vou naturalizar não. Nada disso é normal e existem muitos responsáveis. Não dá pra gente se acostumar com isso. Eu, ao menos, não vou."



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Fachin livra André Mendonça da fogueira no STF onde lançou Alexandre de Moraes

Surpreendendo absolutamente zero pessoa, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, cancelou o encontro do STF na próxima quarta, dia 23, onde se discutiriam as acusações de Alexandre de Moraes contra André Mendonça, no que seria o segundo round da luta entre os dois ministros, iniciada por André Mendonça, que lançou na fogueira o ministro Xandão, junto com o PGR Paulo Gonet e o diretor-geral da Polícia Federal André Rodrigues.

Fazendo jus a seu perfil lavajatista, Fachin jogou mais uma vez para a plateia, como o fez quando chamou para o julgamento em plenário as acusações de André Mendonça contra o ministro Alexandre de Moraes, o diretor-geral da PF e o PGR Gonet. 

Fachin não se preocupou em jogar na lama a reputação dos três, a partir de uma investigação provisória, assim definida pelos próprios investigadores. Moraes, Gonet e Andrei foram jogados na fogueira da opinião pública pelo presidente do STF, sob aplausos igualmente incendiários da mídia e dos bolsonaristas.

Agora, quando chegou a hora de André Mendonça responder às acusações feitas por Moraes ao ministro  terrivelmente evangélico e bolsonarista, Fachin simplesmente adia a seção do STF sabe-se lá para quando.

É mais uma atitude típica do ministro, que foi saudado pela turma lavajatista do procurador de Deus Deltan Dallagnol, em áudio vazado pela Vaza Jato, numa comemoração em que se dizia "a-ha u-hu o Fachin é nosso!". 

Mendonça tem muito a explicar. Moraes também. E, agora, também Fachin. Afinal, o presidente do STF votou pela separação dos dois casos — o de Mendonça e p de Moraes. Como agora suspende a sessão do caso de Mendonça, alegando que os dois estão vinculados? 

Afinal, qual é.o verdadeiro Fachin? O que via os casos como separados ou o que agora acha que são dependentes? 

É vergonhosa a atitude do presidente do principal órgão do judiciário brasileiro. O STF é a última instância. Depois da decisão tomada ali, nada mais há a fazer. Como pode ficar na mão de uma pessoa tão frágil e levada pela maré da opinião pública? 

Afinal, qual é o voto do Fachin? Pela separação dos casos Moraes e Mendonça, como decidiu na última terça? Aí Mendonça deveria responder no dia 23, como estava agendado. Ou pela separação, diferentemente do que decidiu anteriormente? 

Enquanto isso, o Brasil está a poucos dias de uma eleição que pode definir o futuro de nosso país. O Brasil segue com o presidente Lula ou será entregue ao Presidente Trump, como deseja o criminoso filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, com longa carreira de crime, como o pai?

A íntegra da decisão do ministro Edson Fachin: 



 

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Um ano da condenação do maior criminoso da história do Brasil

Quase passou em branco o aniversário de um ano da prisão do maior criminoso da história do Brasil, o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado com generais de 4 estrelas e um comandante da Marinha por tentar tentativa de golpe de Estado e formação de quadrilha, entre outros crimes. 

Não fosse uma reportagem quase envergonhada da Folha, que desde há tempos tem se comportado como house organ do bolsonarismo, o evento passaria em brancas nuvens, ofuscado pelos 25 anos do atentado às Torres Gêmeas em Nova Iorque e até pelo golpe militar que destituiu o governo socialista de Salvador Allende no Chile, em 1973. 

Talvez seja por isso, por esse apagamento da memória golpista e criminosa da família Bolsonaro pela mídia, que um dos filhos do presidente, Flávio Bolsonaro, conhecido pelas rachadinhas e pelo relacionamento estreito com as milícias e o Comando Vermelho no Rio, esteja disputando em condições de paridade a eleição contra o maior e melhor presidente do Brasil de todos os tempos, segundo uma pesquisa do instituto Datafolha, do Grupo Folha — o atual presidente Lula.

No dia 11 de setembro de 2025, a Primeira Turma do STF condenou a quadrilha de Jair Bolsonaro a dezenas de anos de prisão, a começar pelo líder, o ex-presidente, condenado a 27 anos e três meses.

O Fórum Mídias do dia 11 não deixou a data passar em branco.

 

 

 

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Aroeira e a vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro na corrida eleitoral



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Geuvar e o encontro de André Mendonça e Sergio Moro no espelho



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