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Diz o ditado que o uso do cachimbo faz a boca torta. Este parece ser o caso da Folha de São Paulo. De tanto pitar o cachimbo da ditadura militar, a Folha ficou com a boca torta e enviesa as notícias sempre em favor da extrema direita.
O jornal é o principal crítico do presidente Lula desde sempre. O que começou como preconceito, agora é luta de classes declarada. Em toda matéria, mesmo que nada diga respeito ao presidente, a Folha arruma um jeito de colocar Lula para promover uma imagem negativa.
Não é diferente agora, quando mais uma vez a Folha volta a atacar o ministro do Supremo Alexandre de Moraes, outro alvo preferencial do jornalão, e põe Lula de quebra na matéria.
A Folha já acusou o ministro de agir "fora do rito", querendo que o ministro na época solicitasse formalmente ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral documento que conseguiu diretamente, sem burocracia.
Na época, a Folha queria que o ministro fizesse um pedido protocolar ao presidente do TSE, respeitando o rito. Só que o ministro era não apenas o relator do caso para o qual foi feita a solicitação, era também o presidente do TSE à época.
Queria a Folha que o relator Alexandre de Moraes escrevesse uma carta ao presidente do TSE Alexandre de Moraes solicitando que ele enviasse um documento ao relator Alexandre de Moraes? É muita vontade de criticar, de fazer a crítica pela crítica, procurando cabelo no ministro careca.
Não foi diferente agora, quando a Folha pediu a repórteres que entrevistassem ministros e juristas que contestassem a decisão de Alexandre de Moraes de impedir por 30 dias a visita de qualquer pessoa ao presidiário condenado Jair Bolsonaro, em nome da liberdade de expressão.
O Brasil tem quase 800 mil presos em penitenciárias, 200 mil deles sem nem terem o processo julgado, e a Folha está preocupada com a liberdade de expressão de um presidente que tentou um golpe de Estado, que previa o assassinato do presidente eleito, seu vice e do presidente do TSE.
Será que o Marcola, o Fernandinho Beira-mar também têm que ser ouvidos sobre a situação política do país? Criminosos com trânsito em julgado perdem os direitos políticos. É o caso de Jair Bolsonaro.
Mas a Folha não está preocupada com o Jair, mas com o Flávio Bolsonaro, que vai caindo a cada nova pesquisa, sinalizando uma possível vitória do presidente Lula e sua reeleição já no primeiro turno.
É isso que apavora a Folha, porta-voz da Faria Lima.
Tudo isso é tema do Fórum Mídias do dia 20 de julho,
O Fórum Mídias vai ao ar de segunda a sexta, às 8h30, dentro do Fórum Café, na TV Fórum, e depois como um corte na playlist do Fórum Mídias.
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A última pesquisa Atlas/Estadão que mediu a popularidade de políticos brasileiros revelou aquele que é o político mais impopular do Brasil, atrás até do criminoso Jair Bolsonaro, de Sóstenes Cavalcante, tendo à sua frente o presidente da Câmara Hugo Motta, que tem aprovação de apenas 4% da população. O campeão da impopularidade, o político mais rejeitado do Brasil é o presidente do Senado Davi Alcolumbre, com apenas 2% de aprovação e 90% de reprovação.
Para desespero dos trabalhadores brasileiros é nas mãos de Alcolumbre que está o futuro do projeto do fim da Jornada 6 por 1, aprovado com votação avassaladora na Câmara dos Deputados, com votos até de deputados contrários ao projeto, como Nikolas Ferreira, temendo a reação popular nas urnas.
Como tem mandato até 2030 no Senado, Alcolumbre não está nem aí para a opinião dos eleitores, desfila sua imensa impopularidade e até aparece em dancinhas por aí, com arrogância e soberba. Como que pedindo mais desaprovação, ele despreza completamente a votação da Câmara e a aprovação popular de 80% do projeto e simplesmente não o colocou na pauta antes do recesso parlamentar.
Ao contrário, chantageia o governo Lula com pautas bombas e já avisou a aliados que só vai pautar o projeto após as eleições, segundo a Folha. Seu objetivo seria trocar a votação da emenda pela garantia de sua recondução à presidência do Congresso em 2027 com o objetivo de se blindar dos escândalos que vão espocar em sua conta: dos desvios de verbas parlamentares ao do Banco Master, onde, segundo a revista Veja, Alcolumbre estaria na delação de Vorcaro como tendo recebido a bagatela de US$ 30 milhões, mais do que foi conseguido por Flávio Bolsonaro para o "filme" do pai.
Com isso, Davi Alcolumbre ajuda a campanha do filho 01 do ex-presidente, já que o projeto do governo Lula do fim da jornada 6x1 poderia reeleger o presidente no primeiro turno, tal sua aprovação popular.
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O comentarista britânico Francis Foster não tem, digamos assim, uma opinião favorável a nossos hermanos argentinos. Após a derrota da seleção argentina para a Espanha por 1 a 0 e os atos lamentáveis que se seguiram, como agressão do jogador Paredes a jogadores espanhóis e o papelão da seleção argentina inteira ficar de costas para a premiação da limpa, segura e incontestável vitória da seleção da Espanha, o comentarista criticou o comportamento dos argentinos com palavras duras:
"Eu odeio a seleção argentina de futebol. Eles são a escória mais desprezível, cínica e maldosa que já existiu; vivem fazendo cera e trapaceando. A seleção de rugby da Nova Zelândia — possivelmente a maior de todos os tempos, os *All Blacks* — tem uma política chamada "política de tolerância zero para idiotas" (*no dickheads policy*).
Funciona assim: se eles acharem que você é um idiota, não importa o seu talento, você jamais vestirá a camisa dos *All Blacks* nem jogará pelo time. Você é descartado.
Já a Argentina tem uma política que é o oposto: a única maneira de jogar pela Argentina é sendo um tremendo babaca. Basta observar o comportamento deles: o cinismo, a maldade, os chutes, as faltas constantes. No momento em que você encosta neles, eles se jogam no chão como se tivessem acabado de levar um tiro.
Se você encosta no Messi, uns dez deles vêm correndo em cima, gritando e berrando. Sei lá, como se ele fosse uma criança deficiente numa cadeira de rodas que você acabou de chutar dentro de um canal, causando um escândalo geral. De repente, você vira o vilão da história, em vez de ele ser apenas um anão socialmente desajeitado e inábil, mas brilhante no futebol.
É basicamente isso. E, mesmo assim, você não pode disputar a bola com ele."
Como bom britânico, Foster usa de ironia para dar uma patruhada na Inglaterra também, ao final:
"Sabe como são chamados os argentinos na América do Sul? De 'ingleses da América do Sul'. É assim que você sabe que eles são odiados."
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