"Wanted". Ativistas espalham cartazes nos Estados Unidos "Procurado: Flavio Bolsonaro"

Ainda empolgados com as ações nas redes do canal Exército do Lula e das multidões nas ruas do Brasil e do mundo em favor da reeleição do presidente Lula, ativistas nos Estados Unidos estão espalhando cartazes à maneira do Velho Oeste, com o famoso "Wanted" (Procurado) denunciando o candidato fujão Flávio Bolsonaro, que foi se refugiar debaixo das asas da águia dos Estados Unidos para fugir da Justiça brasileira, fingindo-se perseguido político.

Os manifestantes são claros no cartaz: ele não é um perseguido político, é um criminoso procurado pela Polícia Federal brasileira.

Aproveitando as festividades do Halloween, o Dia das Bruxas muito comemorado nos Estados Unidos, os manifestantes convocam os estadunidenses a se juntarem ao Exército do Lula:

Procurado nos Estados Unidos. Procurado por sérios crimes contra a democracia. Lembrando aqui os americanos que Bolsonaro não é um perseguido político, ele é um criminal que precisa ser deportado.

O Trump interferiu nas eleições brasileiras, agora é a hora da gente dar o troco, tá? Atenção, o Brasil tem o maior exército digital popular do mundo e estamos prontos para combater o Trump. Vamos nos juntar? Os brasileiros estão dispostos a seguir, dar likes, comentar, repostar e compartilhar todos os posts dos americanos contra o Trump e a favor dos candidatos que respeitam a democracia. Aqui ó, vamos copiar os brasileiros, americanos.

Bolsonaro na cadeia. Happy Halloween! Feliz Halloween!





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Aroeira e a ameaça aos indígenas brasileiros



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SPiA: Rafael Fonteles apresenta o sistema com IA que está revolucionando a segurança públca

O Brasil tem uma nova estrela do PT, o governador do Piauí, reeleito com mais de 70% dos votos, Rafael Fonteles, que participou ativamente da campanha vitoriosa da reeleição do presidente Lula e vem sendo citado até como próximo ministro da Economia de seu governo. 

Em sua rede social, Fonteles mostra o funcionamento do sistema SPiA, implantado no Piauí, que vem revolucionando a segurança pública do estado.

O SPiA (Sistema de Policiamento por Inteligência Artificial) é uma plataforma tecnológica de videomonitoramento e segurança pública que tem como objetivo encurtar o tempo entre a ocorrência de um crime e a ação policial.

"Através da tecnologia do SPIA, o nosso estado segue avançando na Segurança Pública e a nossa gente já colhe os resultados!

São centenas de câmeras com monitoramento 24 horas, que ajudam a prevenir crimes, identificar ocorrências e dar mais agilidade ao trabalho das forças de segurança na investigação e solução dos casos.

O SPIA já está presente em Teresina e Parnaíba e seguirá em expansão para outras grandes regiões do Piauí."


Este vídeo mostra o Sistema em ação. Um jovem teve sua moto roubada às duas da madrugada, acionou o SPia e teve a moto recuperada em cerca de 30 minutos e os ladrões presos pouco depois.

O próprio governador Rafael Fonteles conversa com o jovem.


 



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Kleber Mendonça Filho, do Agente Secreto, revela ficha de Flávio Bolsonaro aos EUA

Kevin Payravi/WikiPortraits

 

O cineasta brasileiro Kleber Mendonça Filho, conhecido internacionalmente por filmes como O Agente Secreto, concorrente ao Oscar no ano passado, Bacurau, entre outros, é também ativo nas redes sociais e participou da campanha em defesa da reeleição do presidente Lula.

Aproveitando seu prestígio internacional, afinal, além de participar do Oscar, venceu o Festival de Cannes, um dos mais importantes do mundo, Kleber resolveu publicar uma imagem em inglês denunciando ao mundo quem é o miliciano fujão, que chegou a se intitular em carta logo corrigida "Presidente eleito do Brasil", mais uma da série de suas mentiras compulsivas.

Na imagem, Kleber aponta algumas das acusações que pesam sobre Flávio Bolsonaro para que o público internacional saiba na verdade quem é o candidato derrotado, que agora quer se vender no exterior como perseguido político, quando na verdade é investigado pela Polícia Federal brasileira por inúmeros crimes, como a imagem publicada pelo cineasta aponta.

 


 

FLÁVIO BOLSONARO NÃO É UMA FIGURA POLITICAMENTE PERSEGUIDA

Ele está sendo investigado por alegações de:

LAVAGEM DE DINHEIRO

Operações financeiras envolvendo Willer Tomaz e empresas ligadas a apostas online.

CORRUPÇÃO E LAVAGEM DE DINHEIRO

Alegações relacionadas ao financiamento do filme Dark Horse, envolvendo fundos do Banco Master, de propriedade de Daniel Vorcaro.

SONEGAÇÃO FISCAL

Também sob investigação no contexto do financiamento do filme.

OPERAÇÕES FINANCEIRAS SUSPEITAS

Incluindo possível acesso a contas de uma empresa offshore ligada a Willer Tomaz.

HÁ TAMBÉM O HISTÓRICO DO ESQUEMA "RACHADINHAS".

Neste caso, Flávio foi formalmente acusado de peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

A investigação foi encerrada após a anulação de provas, sem julgamento de mérito.

Perder uma eleição não garante imunidade. Ter o sobrenome Bolsonaro também não.

Flávio deve responder ao sistema judiciário, não se esconder atrás do discurso de perseguição política


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Aloizio Mercadante e BNDES: A estratégia do governo para nossas terras raras

Os que apostam que o Brasil vai ser mero exportador de nossas terras raras vão quebrar a cara. Segundo o presidente do BNDES Aloizio Mercadante, o projeto do governo do presidente Lula é outro:

"[O desafio] é não exportar matéria-prima. Não é tirar o minério e dar para os outros. É agregar valor. É fazer pesquisa. É ter conhecimento. É ter produtos que valem muito mais.

Se eu transformo, por exemplo, esse minério em super ímã, isso hoje tem um valor extraordinário no mercado, porque o mundo depende dele. Então o esforço nosso é essa visão. E para fazer isso, precisa de Estado, precisa do Banco Público, precisa de uma empresa estatal como a Petrobras".

Numa entrevista à TV Brasil, Mercadante, que é fundador e um dos líderes do PT, reafirma a independência do Brasil e, ao mesmo tempo, defende a cooperação para desenvolvermos a tecnologia na exploração das terras raras:

"Nós precisamos construir essas alianças para o Brasil entrar com força e ofertar o mundo sem nenhuma subordinação.

Não temos que subordinar os interesses americanos, nem da União Europeia, que tem muito interesse dessa vez. Eu já recebi várias lideranças europeias, empresas que estão interessadas, o governo tem procurado o Brasil, que querem fazer parceria, que precisam de minerais críticos. E a própria China, que é um grande parceiro, o maior parceiro comercial do Brasil.

Nós temos que ter independência e os nossos interesses. Nós não podemos fazer de minerais críticos o que foi o minério de ferro, ou o que foi o Pau Brasil lá atrás, ou o que foi a nossa história de exportar commodities."



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Folha aponta culpado pela fuga de Flávio Bolsonaro. O de sempre

Num editorial centrado no ódio em sua edição dessa quarta, 28, a Folha de São Paulo encontrou u culpado para a fuga do senador Flávio Bolsonaro, inconformado com a derrota. A Folha acena com o culpado de sempre, adversário número um do bolsonarismo: o ministro Alexandre de Moraes. 

Sem cerimônia, a Folha coloca nas costas do ministro do STF e não no medo de Flávio de ir para a cadeia, a culpa da fuga do candidato derrotado Flávio Bolsonaro. O senador tem vários BOs à sua espera, assim que perder a prerrogativa de foro em fevereiro do ano que vem, e pode ir para a cadeia, como o pai, pelos crimes cometidos, inclusive o mais recente de que é acusado, de lavagem de dinheiro com seu amigo advogado Willer Tomaz.

O título do editorial da Folha diz tudo:

"Revanche de Moraes e fuga de Flávio maculam a política"

Além de igualar a decisão de Moraes de pedir os passaportes de Flávio Bolsonaro à fuga do candidato derrotado para os Estados Unidos, a Folha fala em revanche de Moraes. Revanche em relação a quê? Quem busca revanche são exatamente os bolsonaristas, não apenas a família, mas todos os simpatizantes da "seita", pelo fato de Alexandre de Moraes ter sido o relator do caso que colocou na cadeia, condenado a 27 anos e três meses de prisão, o líder do clã, criminoso golpista Jair Bolsonaro.

No editorial, a Folha acusa Moraes de "agir com voluntarismo incompatível com a prudência e o equilíbrio exigidos de um magistrado", quando o ministro solicitou apenas a apreensão dos passaportes de Flávio, por solicitação da Polícia Federal, que temia pela fuga do senador, o que acabou acontecendo.

A Folha prossegue:

"Tomada no dia seguinte à derrota eleitoral por um ministro notoriamente antagonista da família Bolsonaro, a decisão agrava a percepção de parcialidade". 

Só que a escolha do ministro se deu por sorteio. Moraes, segundo a Folha, deveria se declarar impedido de pedir os passaportes porque a família e os bolsonaristas não gostam dele? A Folha quer até escolher juízes para a seita extremista?

O tom é sempre o mesmo, acusatório contra Moraes, como a Folha vem mantendo há anos, desde a famosa parceria com Glenn Greenwald, quando produziram um pastel de vento e acusaram o ministro de agir contra o rito, simplesmente porque Moraes não seguiu o "rito" e protocolou uma petição ao ministro presidente do TSE da época solicitando um material. Detalhe: o presidente do TSE era o próprio Moraes!

Mas um parágrafo no miolo do editorial trai e tira a máscara da Folha:

"É inadmissível, ademais, a falta de transparência sobre seus fundamentos. Teria Moraes tomado a mesma medida se Flávio tivesse saído vitorioso do pleito?"

Além de tomar como seu o mesmo raciocínio e a mesma pergunta de Flávio do momento do pedido de apreensão dos passaportes, a Folha omite do leitor que o ministro não tomaria a mesma atitude porque, por óbvio, Flávio eleito presidente a Polícia Federal não pediria ao Supremo a apreensão de seus passaportes por receio de fuga. Vitorioso, fugiria por quê? Eleito, todos os processos ficam suspensos. O presidente só pode se julgado por crimes cometidos durante o exercício do mandato.

De tanto defender o doisladismo, o "Brasil polarizado", chegando a abrir sua página de Opinião para o ex-presidente que seguidamente a chamou de lixo e ofendeu seus repórteres, especialmente as mulheres, a Folha parece que aderiu e virou bolsonarista com síndrome de Estocolmo.


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"Você é brasileira? Então vamos lá xingar Dilma Rousseff", conta Djamila Ribeiro

 

A frase do título a escritora Djamila Ribeiro ouviu de uma outra brasileira no Aeroporto de Madri, em 2019.

Djamila, escritora premiada e reconhecida aqui e internacionalmente, conta que se dirigiu ao local onde havia um pequeno tumulto no aeroporto e o que presenciou naquele instante:

"Eu estava no check-in da Econômica em 2019. Olhei para o check-in da executiva e vi Dilma Rousseff. Me aproximei dela e disse — Dilma, Dilma. O povo achando que eu ia me juntar a eles.

Quando ela se vira, eu digo — Dilma, eu queria dizer que eu te respeito muito, que seu governo foi muito importante e que eu sinto muito por todos os ataques que você vem sofrendo nesse país. 

Me aproximei dela, fiquei com ela no check-in e a acompanhei até o embarque. Enquanto a gente caminhava, essas pessoas ficaram ali nos hostilizando.

Um homem veio gritar comigo, que dava dois de mim. Eu xinguei ele de volta, gritei com ele de volta. A polícia nos escoltou, dizendo — Senhora, não brigue, não necessita.

E eu — Necessita sim."

A triste memória daquele ano veio à cabeça de Djamila agora, quando ela vê parte da esquerda normalizando o candidato do Missão Renan Santos, um dos principais líderes do MBL da época, que agrediam e incentivavam agressões a petistas e pessoas de esquerda no país:

"Todo o ódio que existia ao Partido dos Trabalhadores, toda a criminalização que foi feita por parte da mídia, o MBL estava na base disso, fomentando isso.

Então agora é fácil o senhor Renan Santos posar de bom moço, é fácil criticar o bolsonarismo sem reconhecer que ele fez parte da ascensão do bolsonarismo."

Confira o depoimento de Djamila Ribeiro em seu perfil no Instagram.



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