Aloizio Mercadante e BNDES: A estratégia do governo para nossas terras raras

Os que apostam que o Brasil vai ser mero exportador de nossas terras raras vão quebrar a cara. Segundo o presidente do BNDES Aloizio Mercadante, o projeto do governo do presidente Lula é outro:

"[O desafio] é não exportar matéria-prima. Não é tirar o minério e dar para os outros. É agregar valor. É fazer pesquisa. É ter conhecimento. É ter produtos que valem muito mais.

Se eu transformo, por exemplo, esse minério em super ímã, isso hoje tem um valor extraordinário no mercado, porque o mundo depende dele. Então o esforço nosso é essa visão. E para fazer isso, precisa de Estado, precisa do Banco Público, precisa de uma empresa estatal como a Petrobras".

Numa entrevista à TV Brasil, Mercadante, que é fundador e um dos líderes do PT, reafirma a independência do Brasil e, ao mesmo tempo, defende a cooperação para desenvolvermos a tecnologia na exploração das terras raras:

"Nós precisamos construir essas alianças para o Brasil entrar com força e ofertar o mundo sem nenhuma subordinação.

Não temos que subordinar os interesses americanos, nem da União Europeia, que tem muito interesse dessa vez. Eu já recebi várias lideranças europeias, empresas que estão interessadas, o governo tem procurado o Brasil, que querem fazer parceria, que precisam de minerais críticos. E a própria China, que é um grande parceiro, o maior parceiro comercial do Brasil.

Nós temos que ter independência e os nossos interesses. Nós não podemos fazer de minerais críticos o que foi o minério de ferro, ou o que foi o Pau Brasil lá atrás, ou o que foi a nossa história de exportar commodities."



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Folha aponta culpado pela fuga de Flávio Bolsonaro. O de sempre

Num editorial centrado no ódio em sua edição dessa quarta, 28, a Folha de São Paulo encontrou u culpado para a fuga do senador Flávio Bolsonaro, inconformado com a derrota. A Folha acena com o culpado de sempre, adversário número um do bolsonarismo: o ministro Alexandre de Moraes. 

Sem cerimônia, a Folha coloca nas costas do ministro do STF e não no medo de Flávio de ir para a cadeia, a culpa da fuga do candidato derrotado Flávio Bolsonaro. O senador tem vários BOs à sua espera, assim que perder a prerrogativa de foro em fevereiro do ano que vem, e pode ir para a cadeia, como o pai, pelos crimes cometidos, inclusive o mais recente de que é acusado, de lavagem de dinheiro com seu amigo advogado Willer Tomaz.

O título do editorial da Folha diz tudo:

"Revanche de Moraes e fuga de Flávio maculam a política"

Além de igualar a decisão de Moraes de pedir os passaportes de Flávio Bolsonaro à fuga do candidato derrotado para os Estados Unidos, a Folha fala em revanche de Moraes. Revanche em relação a quê? Quem busca revanche são exatamente os bolsonaristas, não apenas a família, mas todos os simpatizantes da "seita", pelo fato de Alexandre de Moraes ter sido o relator do caso que colocou na cadeia, condenado a 27 anos e três meses de prisão, o líder do clã, criminoso golpista Jair Bolsonaro.

No editorial, a Folha acusa Moraes de "agir com voluntarismo incompatível com a prudência e o equilíbrio exigidos de um magistrado", quando o ministro solicitou apenas a apreensão dos passaportes de Flávio, por solicitação da Polícia Federal, que temia pela fuga do senador, o que acabou acontecendo.

A Folha prossegue:

"Tomada no dia seguinte à derrota eleitoral por um ministro notoriamente antagonista da família Bolsonaro, a decisão agrava a percepção de parcialidade". 

Só que a escolha do ministro se deu por sorteio. Moraes, segundo a Folha, deveria se declarar impedido de pedir os passaportes porque a família e os bolsonaristas não gostam dele? A Folha quer até escolher juízes para a seita extremista?

O tom é sempre o mesmo, acusatório contra Moraes, como a Folha vem mantendo há anos, desde a famosa parceria com Glenn Greenwald, quando produziram um pastel de vento e acusaram o ministro de agir contra o rito, simplesmente porque Moraes não seguiu o "rito" e protocolou uma petição ao ministro presidente do TSE da época solicitando um material. Detalhe: o presidente do TSE era o próprio Moraes!

Mas um parágrafo no miolo do editorial trai e tira a máscara da Folha:

"É inadmissível, ademais, a falta de transparência sobre seus fundamentos. Teria Moraes tomado a mesma medida se Flávio tivesse saído vitorioso do pleito?"

Além de tomar como seu o mesmo raciocínio e a mesma pergunta de Flávio do momento do pedido de apreensão dos passaportes, a Folha omite do leitor que o ministro não tomaria a mesma atitude porque, por óbvio, Flávio eleito presidente a Polícia Federal não pediria ao Supremo a apreensão de seus passaportes por receio de fuga. Vitorioso, fugiria por quê? Eleito, todos os processos ficam suspensos. O presidente só pode se julgado por crimes cometidos durante o exercício do mandato.

De tanto defender o doisladismo, o "Brasil polarizado", chegando a abrir sua página de Opinião para o ex-presidente que seguidamente a chamou de lixo e ofendeu seus repórteres, especialmente as mulheres, a Folha parece que aderiu e virou bolsonarista com síndrome de Estocolmo.


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"Você é brasileira? Então vamos lá xingar Dilma Rousseff", conta Djamila Ribeiro

 

A frase do título a escritora Djamila Ribeiro ouviu de uma outra brasileira no Aeroporto de Madri, em 2019.

Djamila, escritora premiada e reconhecida aqui e internacionalmente, conta que se dirigiu ao local onde havia um pequeno tumulto no aeroporto e o que presenciou naquele instante:

"Eu estava no check-in da Econômica em 2019. Olhei para o check-in da executiva e vi Dilma Rousseff. Me aproximei dela e disse — Dilma, Dilma. O povo achando que eu ia me juntar a eles.

Quando ela se vira, eu digo — Dilma, eu queria dizer que eu te respeito muito, que seu governo foi muito importante e que eu sinto muito por todos os ataques que você vem sofrendo nesse país. 

Me aproximei dela, fiquei com ela no check-in e a acompanhei até o embarque. Enquanto a gente caminhava, essas pessoas ficaram ali nos hostilizando.

Um homem veio gritar comigo, que dava dois de mim. Eu xinguei ele de volta, gritei com ele de volta. A polícia nos escoltou, dizendo — Senhora, não brigue, não necessita.

E eu — Necessita sim."

A triste memória daquele ano veio à cabeça de Djamila agora, quando ela vê parte da esquerda normalizando o candidato do Missão Renan Santos, um dos principais líderes do MBL da época, que agrediam e incentivavam agressões a petistas e pessoas de esquerda no país:

"Todo o ódio que existia ao Partido dos Trabalhadores, toda a criminalização que foi feita por parte da mídia, o MBL estava na base disso, fomentando isso.

Então agora é fácil o senhor Renan Santos posar de bom moço, é fácil criticar o bolsonarismo sem reconhecer que ele fez parte da ascensão do bolsonarismo."

Confira o depoimento de Djamila Ribeiro em seu perfil no Instagram.



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Jornal Nacional quer impor ao país agenda que Lula e o povo derrotaram nas urnas

 

Edição de ontem do Jornal Nacional mostra mais uma vez que a Globo quer impor ao país a agenda do candidato derrotado, Flávio Bolsonaro, que é a do mercado financeiro. A campanha de Flávio prometia corte de R$ 250 bilhões no orçamento público para 2027. 

De onde tiraria esse dinheiro, ele nunca disse, mas todos sabemos e o povo negou nas urnas: dos cortes em programas sociais, do reajuste do salário mínimo acima da inflação, das aposentadorias, das verbas com saúde e educação. 

E é exatamente essa agenda derrotada que o Jornal Nacional defende numa matéria de quase 4 minutos, com vários especialistas, todos batendo na mesma tecla: ajuste fiscal, corta, corta, corta. 

Nenhum fala claramente em corte em programas sociais e nas áreas de educação e saúde, garantidos pela Constituição. Mas isso fica claro nas entrelinhas:

[imagem]

"Ano que vem [a dívida pública] tende, se nada for mudado, tende a chegar a 86% e aponta, lá em 2032, para mais de 100% do PIB, que é gravíssimo para um país emergente", diz Marcus Pestana, diretor-executivo Instituição Fiscal Independente. 

"Equações variadas, como uma reforma administrativa, revisitar o problema da Previdência, uma série de revisões, mudar as regras de indexação e vinculações no orçamento público, para que a gente saia dessa armadilha. Isso é vital para o país porque, sem equilíbrio fiscal, não há dinheiro para financiar políticas públicas de saúde, segurança e educação, não há investimento em infraestrutura e em ciência e tecnologia", afirma Marcus Pestana.

Traduzindo:

"Equações variadas, como uma reforma administrativa, revisitar o problema da Previdência [desindexar correção do salário mínimo das aposentadorias], uma série de revisões, mudar as regras de indexação e vinculações no orçamento público [retirar mínimo garantido de educação e saúde], para que a gente saia dessa armadilha. Isso é vital para o país porque, sem equilíbrio fiscal, não há dinheiro para financiar políticas públicas de saúde, segurança e educação, não há investimento em infraestrutura e em ciência e tecnologia", afirma Marcus Pestana. 

Brasil e outros países, relação dívida/PIB

Pintam a situação do país como se estivéssemos à beira do precipício, mas essa é a situação do Brasil comparada à de outros países, segundo o Ranking  Mundial da Dívida Pública, que é atualizado semanalmente:

 



Alguém precisa avisar à Rede Globo que o presidente Lula venceu as eleições e a agenda do mercado, o corte de R$ 250 bilhões e a "Paulo Guedes de saias" foram derrotados. 

Inclusive, o candidato deles, Flavio Bolsonaro, fugiu do país para não responder aos crimes cometidos, alguns esquecidos e outros relativizados durante a campanha. 

Parece que ainda não caiu a ficha na emissora do Jardim Botânico.



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Se Flávio Bolsonaro não pode livrar Daniel Vorcaro de um jeito, pode livrar de outro

As celas da Papudinha estão cansadas de saber que o banqueiro dono do banco Master, Daniel Vorcaro, não aguenta mais a vida na prisão. Acostumado às viagens, às mulheres, ao charuto e ao uísque, Vorcaro não aguenta a pobreza da vida monástica de presidiário na Papudinha, onde vive cercado por homens.

Já tentou fazer delação premiada algumas vezes, mas nunca entregou ninguém de peso que interessasse à Polícia Federal, ao PGR Gonet, menos ainda ao antigo ministro do STF relator do caso, André Mendonça, que temia uma citação de seu protegido, o agora valente fujão Fábio Bolsonaro. 

A esperança de Daniel Vorcaro era a vitória de Flávio Bolsonaro na eleição presidencial, que poderia livrá-lo da cadeia e deixá-lo partir ao encontro dos bilhões que tem separado em algum lugar no exterior.

Agora, já era. Flávio Bolsonaro não apenas perdeu a eleição como fugiu para a Miami, largando o "irmãozão" de quem jamais largaria a mão,em mais uma das milhares de mentiras do senador.

 

Flavio Bolsonaro: Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!

Sem alternativa, Vorcaro deve partir para o plano B para tentar se livrar da Papudinha: fazer a delação premiada contando tudo o que tem para dizer de seu relacionamento com Flávio Bolsonaro. Abrir o jogo, todos os encontros que tiveram e quanto de dinheiro o senador fujão pegou do banqueiro. Pode explicar inclusive como o Flávio "comprou" a mansão em Brasília. 

O jornalismo das fontes abundantes está à espera de sinais para começarem os vazamentos.

 

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Jornalista argentino tenta neutralidade ao anunciar vitória de Lula, não resiste e emoção explode

 

A onda de vitória de candidatos da extrema direita na América Liana deixou o continente desanimado. Parecia que uma nova ordem e uma nova onda conservadora era inevitável, sob o tacão de Washington, comandado por Donald Trump.

A última esperança estava depositada nas eleições brasileiras, o maior país do continente, o gigante que poderia manter acesas as esperanças das esquerdas (no plural).

Donald Trump e seu secretário Marco Rubio entraram em campo com todas as armas, especialmente as big techs, sabotando a campanha de Lula de maneira descarada.

Mas nem assim conseguiram vencer a determinação e Lula e do povo brasileiro de garantirem a vitória de nossa soberania e também a de nuestros hermanos latinos.

O jornalista Roberto Navarro, da rádio argentina El Destape, tentou o quanto pôde manter a neutralidade, embora com viés de esquerda, ao anunciar a vitória do presidente Lula contra o miliciano Flávio Bolsonaro, mas, ao final, não resistiu e deixou explodir a  emoção.

Confira o depoimento dele no vídeo e a segui a mensagem traduzida.

 

Bom, acabou o mito de que a esquerda não pode vencer na América Latina; acabou o mito de que não é possível ser reeleito se você governa bem. O Lula está provando que é possível. Não sei se aqui vai dar certo ou não, mas, sem dúvida, isso vai dar ânimo ao campo popular, vai mostrar que é possível vencer, vai enfraquecer o Milei — bom, sem dúvida vai enfraquecer o Milei, porque ele foi até lá e disse que, se fosse, ajudaria a vencer. 

O que vai acontecer na semana que vem? E se o Trump perder? Dá a impressão de que, apesar de — veja bem — apesar de todo o vento contrário que enfrentamos no mundo, algo está acontecendo nos últimos dias: europeus nas ruas mobilizados, brasileiros nas ruas mobilizados, na Argentina o povo mobilizado... pessoas que, pelo menos no Brasil, começam a votar de outra forma. 

Houve um momento em que, na verdade, nos sentíamos encurralados; parecia que tudo estava contra nós, era muito difícil manter o otimismo. Pois bem, este senhor, com mais de 80 anos, nos mostra que é possível, que dá para virar o jogo nas eleições, que as pessoas podem voltar a acreditar no campo popular, voltar a acreditar em boas intenções, em partidos que tentam fazer com que você viva um pouco melhor. 

Sinceramente — eu disse isso aos meus companheiros aqui quando cheguei — eu tinha muito medo de que o Bolsonaro vencesse, porque o próximo governo peronista não conseguiria sobreviver; não daria para viver com um continente de extrema direita. Bom, não aconteceu, não aconteceu! O Lula venceu, o Lula venceu, o Lula venceu, porra! Caralho, ele venceu! Vamos, Lula!



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Nunes Marques e Mendonça, dois bolsonaristas jogam contra Lula no tapetão do TSE

Há uma diferença entre a extrema direita e o bolsonarismo. A extrema direita é capaz das maiores atrocidades para chegar ao poder e ali implantar um governo extremista, de terror, misoginia, violência, perseguição aos mais fracos e às minorias. O bolsonarismo é tudo isso, mais a devoção quase religiosa à figura de Jair Bolsonaro, o Mito, para eles.

Kássio Nunes Marques e André Mendonça são homens religiosos — mais este que aquele, que não tem se revelado muito religioso nos surubóes do Vorcaro. Mas bolsonaristas eles são da primeira fila.

Quando chegaram ao comando do TSE com a missão de tomarem conta das eleições deste ano, todos temiam pelo que poderia ocorrer. Mas havia sempre a expectativa de que se curvariam à liturgia do cargo. Mesma expectativa que se teve em relação a Jair Bolsonaro na presidência, com os desastrosos resultados que tivemos.

Não está sendo diferente com Nunes Marques como presidente e André Mendonça como vice-presidente do TSE. Os dois agem como se não houvesse opinião pública, apenas a necessidade de eleger o filho de Jair Bolsonaro para que "o Mito" saia da cadeia e volte a alimentar seu rebanho com o capim informativo diário, carregado de violência, misoginia, fake news, preconceito e desprezo pelos pobres e os mais fracos da sociedade.

Desde o início ficou clara a estratégia da dupla: jogar com o tempo em favor de Flávio Bolsonaro e contra o presidente Lula. O esquema é simples: Se a campanha de Flávio reclama de algo da campanha de Lula, ele é imediatamente retirado do ar, em geral por André Mendonça. Se a campanha de Lula protesta e o plenário do TSE está dando razão a ele, muitas vezes por 5 a 1 (o um é de Mendonça), Nunes Marques usa o expediente de pedir destaque, o que volta o jogo a 0 a 0 para ser definido em reunião presencial, que nunca é marcada, Enquanto isso, o conteúdo favorável a Flavio fica fora do ar, se o prejudicava, ou fica no ar (mesmo fake news que ligam Lula ao Comando Vermelho), se o favorecia.

Os demais ministros do TSE protestam como lhes parece possível, deixando ou fazendo vazar para a imprensa suas insatisfações.

As decisões da dupla bolsonarista em afronta às opiniões dos demais ministros do TSE são tantas e tão repetidas, que esses já as veem como uma decisões propositais de Nunes Marques para provocar uma intervenção do órgão superior, o STF, o que seria capaz de atiçar Donald Trump, que acusaria o Brasil de ser uma nova Venezuela com o Judiciário intervindo nas eleições.

Nesse barco e lutando contra a maré segue a campanha do presidente Lula, que luta contra as molecagens e fake news de Flávio Bolsonaro, o comando contrário do TSE, o mercado financeiro e seu porta-voz, a mídia corporativa, as Forças Armadas, que querem de volta os milhares de cargos que conseguiram no governo Bolsonaro, que lhes ofereciam duplo rendimento, a extrema direita e os bolsonaristas.

O melhor presidente da história do Brasil, segundo pesquisa Datafolha, não merecia ter que enfrentar tamanha força a essa altura da vida, apenas porque não querem que ele continue a redistribuir os ganhos do país também para aqueles que mais necessitam.

Se vencer essa batalha, Lula se agiganta ainda mais. Se perder, a derrota não será dele, mas nossa, do povo brasileiro,  do Brasil, que deixará de ser um país independente e voltará a ser colônia, mais um estado dos Estados Unidos da América.

Me vem à cabeça a frase do infame Eduardo Cunha ao aprovar o pedido de impeachment de Dilma Rousseff e antevendo o que viria a partir dali:

"Que Deus tenha misericórdia dessa nação."




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