Aroeira e o tiro no pé de Flávio Bolsonaro: Tariflávio



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VÍDEO: Professora Pim, pim, pim e seus alunos encantam as redes e ultrapassam 10 milhões de visualizações

O nome dela é Isabel Zua Domingos, de 24 anos, desde 2018 professora numa escola infantil no Cazenga, em Luanda, capital de Angola.

Isabel entra na sala de aula sempre do mesmo jeito, cantando, e é assim que os alunos respondem a ela. Essa cantoria e a alegria compartilhada entre a professorinha e a turma cativaram as redes e o vídeo com as imagens desse encontro explodiam em mais de 10,5 milhões de visualizações no perfil de Isabel no Instagram.

Segundo ela, o canto é para levar a turma (alunos entre dez e onze anos) a um mundo mais festivo e acolhedor — “um lugar de conforto”, nas palavras da professora.

“Muitos dos meus alunos não têm alimentação adequada nem material escolar completo. Outros são expulsos por falta de pagamento da mensalidade. Mas eles amam ficar na escola”, diz Isabel, em entrevista ao g1.

“Brincando e aprendendo, aproveitam para esquecer as dificuldades que enfrentam em casa.” 

 

‘A felicidade deles é a minha’

E a recíproca é verdadeira. Isso fica evidente no vídeo e certamente explica o sucesso nas redes. 


 

Professora Pim, pim, pim no Brasil?

Em outra postagem em seu perfil no Instagram, a professora disse que pode vir ao Brasil, a convite do atual ministro da Educação, Leonard Barchini, o que foi apoiado por vários comentários:

 

"Sr. MINISTRO essa é uma professora muito interessante com vídeos estimulantes que teria algo a dizer a nossos profissionais da educação" — disse Daniela Santos Barreto.

"

Amo essa professora ❤️❤️❤️❤️... Será muito bem-vinda aqui no Brasil!!! 😍😍😍😍Mas também precisamos curtir e comentar perfis das nossas professoras daqui!! Quantas fazem um excelente trabalho e só precisam que o "ministro da educação" olhasse com mais carinho, para nossas professoras daqui!! Nossas crianças precisam de investimento para com o desenvolvimento!!" — escreveu Renata Coelho.

 


 

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Flávio Bolsonaro cada vez mais enrolado e com mais ministros do STF na cola

Nenhum político tem tanto "prestígio" com os ministros do Supremo quanto o senador Flávio Bolsonaro. O candidato do ex-presidente condenado por tentativa de golpe de Estado é disputado por nada menos que três ministros do STF: André Mendonça, Flávio Dino e Alexandre de Moraes.

Flávio Bolsonaro já está, para sua sorte, nas mãos do ministro Mendonça, o terrivelmente evangélico, —ou melhor, terrivelmente bolsonarista—, relator do caso Master. Fosse outro o ministro Flávio Bolsonaro já teria seus sigilos fiscal e bancário quebrados, seu passaporte apreendido e uma tornozeleira do modelo da do pai nas canelas, desde que sua conversa foi vazada com o criminoso Daniel Vorcaro, pedindo dinheiro para o "filme Dark Horse", fachada que a família está usando para amealhar dinheiro.

Pior ainda: Flávio foi à casa de Vorcaro, logo que foi solto com tornozeleira para continuar o pedido de dinheiro e talvez combinar versões.

Protegido de Mendonça, Flávio continua livre como um passarinho, tendo inclusive podido voar para os Estados Unidos, reunir-se com o irmão e advogado para poderem combinar tudo a respeito dos R$ 63 milhões que pegaram com Vorcaro. 

De quebra, o filho 01 de Bolsonaro ainda consegui um encontro com o presidente dos Estado Unidos Donald Trump de quem conseguiu a classificação das organizações criminosas PCC e CV  como organizações terroristas, o que coloca em risco até a segurança nacional, abrindo as portas do país para uma possível invasão dos EUA, como aconteceu na Venezuela.

Mas, além de André Mendonça, o omisso ou parceiro, há mais dois ministros atrás de Flávio: seu xará, Flávio Dino e o terror de Bolsonaro, Alexandre de Moraes. Até a polícia de Tarcísio investiga o esquema criminoso que envolve o esquema de ONGs ligadas à produção do Dark Horse. Este é o assunto do Fórum Mídias de hoje.

O Fórum Mídias vai ao ar de segunda a sexta, dentro do Fórum Café, na TV Fórum, e depois como um corte na playlist do Fórum Mídias. 





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Quinho e o verdadeiro terrorista



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Freixo sobre Flávio Bolsonaro: "essa podridão política sempre foi base da família Bolsonaro"

O ex-deputado Marcelo Freixo, atual presidente da Embratur, fez uma publicação em seu perfil no Instagram sobre o senador e candidato da Extrema direita à presidência do Brasil, Flávio Bolsonaro.

Freixo conhece Flávio Bolsonaro há muito tempo. Foram colegas na Assembleia Legislativa do Estado do Rio, quando Freixo foi relator da maior e mais perigosa CPI da Alerj, a das Milícias, em 2008. 

Todos os deputados foram a favor da CPI, menos dois: Chiquinho Brazão, hoje condenado como mandante do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, e o filho do Jair, o 01, Flávio Bolsonaro. 

Por quê? É isso que indaga Freixo, questionando a ida de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos semana passada para pedir ao presidente Donald Trump que denominasse as organizações criminosas PCC e CV como organizações terroristas. 

Freixo estranha que Flávio Bolsonaro não tenha feito isso durante os quatro anos de governo do seu pai, caso esse desejo fosse sincero. 

A verdade é que Flávio Bolsonaro sempre esteve, como sua família, ligado à milícia e ao crime no Rio de Janeiro. Flávio condecorou Adriano da Nóbrega, miliciano chefe do Escritório do Crime, grupo de matadores profissionais a serviço de quem os pagasse, como bicheiros e traficantes. Eram matadores de aluguel. E Flávio Bolsonaro deu a maior condecoração do Estado do Rio de Janeiro ao maior matador deles, o ex capitão PM Adriano da Nóbrega. Mais do que isso, empregou em seu gabinete a mãe e a esposa do assassino. 

Mais: aliados de Flávio Bolsonaro foram recentemente presos por envolvimento com o Comando Vermelho, principal organização criminosa do Estado do Rio. Um deles, o deputado Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj e candidato da família Bolsonaro ao governo do Rio.

Freixo ironiza a súbita preocupação de Flávio Bolsonaro com o crime organizado:

 

"Por que durante o governo do Jair Bolsonaro as facções cresceram tanto e a milícia também? Não houve nenhum enfrentamento prioritário a esse crime organizado. Por quê? Esqueceram dessa pauta?... essa podridão política que tem relação direta com o crime organizado no Rio de Janeiro sempre foi base da família Bolsonaro."



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Cobrador teve a vida destruída por Magno Malta, que agora vira réu

O senador Magno Malta, com sua prosódia especial, onde parece haver desencontro entre alma e corpo, vive de polêmicas, tendo como alvo principal pessoas de classes menos favorecidas ou então o presidente Lula, que as defende.

Uma de suas calúnias atingiu em cheio a vida do cobrador Luiz Alves Lima, a quem acusou de estuprar a própria filha, o que se provou falso.

A juíza Gisele Souza de Oliveira, da 4ª Vara Criminal de Vitória, tornou o senador réu por publicações feitas nas redes sociais em 2022. 

Segundo o G1, o caso citado por Magno Malta tem origem em um processo criminal de 2009, quando Luiz Alves foi falsamente acusado de estupro de vulnerável contra a própria filha, então com dois anos.

O episódio ganhou repercussão nacional e foi explorado durante a CPI da Pedofilia, presidida à época por Magno Malta.

Como resultado da falsa acusação, o cobrador foi preso e sofreu o famoso tratamento especial que nossas polícias oferecem ao povo. Luiz Alves Lima foi torturado de tal modo e com tal intensidade que perdeu totalmente a visão de um dos olhos e parcialmente a do outro durante o período em que ficou detido. 

Queriam que ele confessasse um crime que não cometeu. Posteriormente, sua inocência ficou provada quando os laudos concluíram que as lesões identificadas anteriormente nas partes íntimas da menina teriam sido causadas por micose ou bactéria, e não por abuso sexual.

Mas já era tarde para Luiz Alves Lima, agora deficiente visual, e que havia sofrido toda a humilhação de um homem acusado injustamente do hediondo crime de estuprar a própria filha de dois anos de idade. Crime agravado pela exposição sensacionalista que o senador Magno Malta fez do caso.

Procurado pelo G1, Magno Malta informou, por meio da assessoria, que não comentará o caso.

Recentemente, o senador foi acusado de esbofetear uma enfermeira no hospital DF Star.

Laudo do IML comprovaria agressão de Magno Malta a enfermeira 

O cerco investigativo parece se fechar em torno do senador bolsonarista Magno Malta (PL-ES). Um laudo do Instituto de Medicina Legal (IML), produzido após o exame de corpo de delito da técnica de enfermagem que acusa o parlamentar de agressão, teria identificado uma escoriação na lateral direita do nariz da profissional totalmente compatível com o relato dela. A informação é do portal Metrópoles.

Em depoimento, a profissional de saúde afirmou ter recebido um tapa no rosto desferido pelo senador durante um procedimento médico. O impacto teria sido forte o suficiente para entortar seus óculos, que acabaram atingindo a região do nariz, provocando a marca identificada pelos peritos.
O fenômeno da rubefação e a perícia

Embora o exame pericial não tenha detectado vermelhidão facial no momento da análise, investigadores esclarecem que tal ausência não invalida a denúncia. O laudo leva em conta o fenômeno da chamada “rubefação”, a reação imediata de vermelhidão da pele após um trauma físico.

Especialistas explicam que esse sinal clínico costuma desaparecer em poucas horas, especialmente se a vítima lavar o rosto, fizer uso de compressas ou se houver um intervalo considerável entre o episódio e a chegada ao IML. No caso da técnica, a ausência da mancha vermelha era prevista pelos peritos diante do tempo transcorrido, mas a escoriação no nariz permaneceu como prova física do impacto.


O episódio no hospital


A agressão teria ocorrido na última quinta-feira (30), durante um exame de angiotomografia no Hospital DF Star, uma das unidades de saúde mais conceituadas, caras e luxuosas da capital federal. De acordo com a ocorrência, o equipamento de exames interrompeu a aplicação de contraste ao detectar uma oclusão no acesso venoso do senador.

Ao se aproximar para prestar assistência devido ao extravasamento do líquido contrastante, a profissional teria sido surpreendida pela reação violenta do parlamentar bolsonarista. Malta teria se levantado da maca, desferido um tapa em sua face e proferido ofensas, chamando-a de “imunda” e “incompetente”.

Nesta terça-feira (5), o Hospital DF Star informou que a técnica foi afastada de suas funções por recomendação médica particular e reiterou que está colaborando integralmente com a Polícia Civil do Distrito Federal.


O que diz o senador


Magno Malta utilizou suas redes sociais para negar veementemente as acusações. Em vídeo, o senador classificou o episódio como “falsa comunicação de crime” e afirmou nunca ter encostado a mão em uma mulher.

A defesa do parlamentar adotou uma linha de argumentação distinta, alegando que Malta estava sob forte medicação e com a “cognição comprometida” no momento do exame. Segundo os advogados, qualquer movimento brusco teria sido uma reação involuntária à dor do procedimento, e não um ataque deliberado à profissional. O laudo do IML, contudo, coloca a versão da defesa sob forte pressão técnica.



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Sabesp: Por que sua conta está mais cara, a água mais escura ou em falta

Marcelo Camargo/Agência Brasil


Para uns pode ser, citando o poeta Augusto dos Anjos, "a influência má dos signos do Zodíaco", ou então o inferno astral da companhia, ou apenas uma fase que a Sabesp enfrenta. Mas não é nada disso. 

Todos os problemas que o paulista enfrenta com o abastecimento da Sabesp tem uma única causa: sua privatização pelo governador Tarcísio de Freitas. O que antes era uma empresa pública, agora é uma privada, com duplo sentido. 

Tudo piorou na Sabesp e o povo de São Paulo sente isso a cada vez que abre a torneira e a água sai escura, abre o chuveiro para um banho e não tem água, recebe a conta do mês e ela está absurdamente mais cara. 

Como uma empresa agora privada, a Sabesp não tem mais a preocupação de um serviço público de água e esgoto para o povo paulista. O foco da Sabesp agora é o lucro dos acionistas. 

O deputado estadual do PT Emídio de Souza dá os números dessa opção da Sabesp:  a lucratividade distribuída entre os acionistas saltou para 40%, graças à demissão em massa, principalmente dos profissionais mais antigos e gabaritados, e ao aumento da tarifa cobrada dos paulistas.

 

 


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